sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Segurobras

Segurobras x Seguradoras 


O Congresso Brasileiro já aprovou a criação da Segurobras, a seguradora será a estatal para atender a grande demanda de seguros que o governo federal possui. Para terem uma ideia do montante e valores que exigem os seguros do pais um grande exemplo é o da petrobras que a alguns meses atrás foi renovado pelo valor de 128 bilhões de dolares..


Petrobras renova seguros domésticos com cobertura de US$128,8 bi



Este fechamento aconteceu utilizando a Itaú seguros com a corretagem da Willis que é britânica ou seja não utilizaram nada no mercado nacional.

Com o proprio pais bancando seu risco apesar de utilizar resseguradoras o processo devera ficar muito mais agil e controlado.

Esta decisão do governo não deve afetar seguradoras como a Porto Seguro que atua diretamente em pequenos e médios riscos voltada a grande massa da população, a preocupação deve se voltar para as seguradoras internacionais que atua em grandes riscos e estão voltadas para processos como o da petrobras.

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Preço de seguro de carros

Quem tem o menor preço de seguro para carros no Brasil?


No primeiro semestre de 2011 o ranking era desta maneira mostrando Porto Seguro em primeiro lugar, isso significa que o maior numero de automóveis esta segurado por esta seguradora sendo assim existe grande chance dela ter o menor custo do mercado além de ser indiscutível que as coberturas e assistências são realmente diferenciadas das demais seguradoras.
Para simular seguro de carros acesse esse link e solicite sua cotação de seguro : www.cotandoseguro.com


Cotação de seguro auto

Cotação de seguros online


Você confiaria em contratar seguro online? Será que ficaria realmente seguro pois são muitas coberturas a serem contratadas e nem sempre o cliente sabe do que se trata.

A figura do corretor de seguro é muito importante para exatamente entender a necessidade do cliente e solicitar tais coberturas junto a seguradora sendo assim em casos de sinistros o já segurado estaria tranquilo. Algumas seguradoras como porto seguro e hdi tem demonstrado cotações de seguros online porém esta ferramenta pode ser utilizada como uma prévia para possível compra de futuros veículos.

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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Seguro bom é sinistro pago?

Muitas pessoas acham que contratando seguro estará seguro de tudo e qualquer coisa que acontecer, nem sempre; a apólice de seguro é um contrato onde o segurado tem deveres a cumprir também, num eventual sinistro a seguradora fara um laudo de vistoria para constatar as perdas e danos ou apurar a perda total do "BEM" e as condições dera estar dentro das normas e condições gerais da apólice

Um exemplo claro é num seguro empresarial onde o segurado possui uns escritório numa sala comercial, caso este tenha sua porta aberta com chave mixa a seguradora entende como furto simples ou seja sem sinais de arrombamento, sendo assim conforme as condições gerais da apólice "FURTO SIMPLES" não tem cobertura.

Porque não tem cobertura?

Fica difícil comprovar que alguém adentrou naquele local sem a autorização de alguém ou sem a chave pois se não há sinais de arrobamento pode ser o indicio de uma fraude ou seja , pode ter sido retirado o "bem" por alguém que trabalhe nesta empresa sem qualquer concientimento.

Frota de carros em Campinas cresce 31% em dois anos, diz Denatran

Já pensou em deixar seu carro com seguro? É fácil veja aqui. www.cotandoseguro.com

Campinas (SP) ganha 131 novos carros por dia, segundo balanço de maio divulgado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Há dois anos eram cem novos veículos licenciados diariamente na cidade, ou seja, o aumento foi de 31%. Vale lembra que estes números se referem a veículos leves, motos, caminhões e ônibus.
Com o aumento da frota, vários pontos da cidade registram congestionamentos nos horários de pico, entre 7h e 8h e das 17h às 19h. Os principais são: Avenida John Boyd Dunlop, que liga áreas populosas com o Centro, Avenida Prestes Maia, entrada da cidade pela Rodovia Anhanguera, e Avenida das Amoreiras, outro trecho importante entre bairros mais afastados e a região central. "Levo 40 minutos para chegar ao trabalho pela manhã e uma hora e dez minutos na volta", disse o vendedor Vagner Rodrigues Maia, que utiliza grandes avenidas na cidade para o deslocamento. Nas entradas da cidade, os motoristas levam até 20 minutos para trafegar entre rodovias que cortam o municípios e vias expressas.
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) informou que um novo corredor de ônibus vai agilizar o tráfego na Avenida das Amoreiras. O mesmo será feito na John Boyd Dunlop. A Autoban, empresa que administra o complexo Anhanguera/Bandeirantes, informa que obras de marginais vão reduzir o tráfego no km 92, no trevo entre a Anhanguera a Rodovia Santos Dumont e a avenida Prestes Maia.
A Emdec é que em 2022 sejam mais carros do que habitantes na cidade, que tem pouco mais de 1,1 milhão de moradores. "O trânsito será intenso", disse o instalador Silas Miguel da Costa.

Transporte Coletivo
Campinas tem uma frota de 1.067 ônibus no transporte coletivo, um para cada mil habitantes. Para o especialista em trânsito, Álvaro Gonçalves, o Poder Público precisa investir na infraestrutura viária da cidade por causa do aumento da frota de veículos leves e os ônibus. O maior número de ônibus nas ruas poderia ainda reduzir o número de carros. "Mas precisa ter qualidade. O motorista não deixa o carro em casa se não tiver conforto", disse Dias.

A Emdec afirmou que em agosto ônibus mais rápidos começam a circular na cidade para melhorar a qualidade do transporte público. O órgão lembra ainda que restrigiu há um ano o trânsito de caminhões pelas ruas.

Frota de carros em Campinas ganha 130 unidades por mês (Foto: Reprodução EPTV)

Simular seguro

Para simular o seguro de automóvel é necessário obter algumas informações em mãos pois a analise é feita com informações do principal condutor, cpf, data de nascimento, cep de pernoite, utilização do veiculo entre outras básicas.
Importante é saber que a seguradora não vai investigar nenhuma desta informações no ato da contratação pois ela exige que seja feito um contrato de boa fé, onde o cliente não faltara com a verdade nas informações, porém num eventual sinistro pode existir investigações para comprovar que tudo que foi informado na proposta de seguro esta de acordo com o comprovado. Caso as informações sejam divergentes pode existir a recusa no pagamento do seguro.
A simulação de seguro via internet atualmente vem crescendo porém muitos sites apresentam valores porém nem sempre as coberturas podem ser as que realmente você precise, o ideal é utilizar estes sites apenas para ter uma base de valores e assim que realmente decidir contratar o seguro procure por um corretor de seguros cadastrado e regulamentado pela SUSEP.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Como cuidar bem de seu veiculo

Como evitar embaçamento dos vidros
O embaçamento dos vidros costuma ser um problema em dias de chuvas fortes ou muito frios. Ele ocorre devido à grande diferença entre as temperaturas externa e da cabine do veículo. Para melhorar a visibilidade, feche todos os vidros, ligue o ar-condicionado e acione o desembaçador elétrico traseiro. Nos modelos sem esses equipamentos, a recomendação é abrir um pouco os vidros e deixar o ar externo circular pelo carro. Se isso não estiver resolvendo, pare num posto e compre um líquido desembaçante. Com um pano macio, aplique um pouco desse produto -dissolvido em água- na parte interna e externa dos vidros. Você perceberá que a visibilidade irá melhorar.

A lavagem certa para cada situação


Dependendo da situação, alguns cuidados extras devem ser tomados para que seu carro não fique limpo apenas superficialmente.
A maresia, por exemplo, pode transformar seu carro em pó, devido à corrosão. Veja como cuidar corretamente do seu carro:

• A lavagem deve ser feita sempre sob a sombra, para evitar manchas na pintura.
• Não misture querosene à água para lavar a carroceria. O produto danifica a pintura.
• Lave o carro por partes, de cima para baixo.
• Use só água e sabão neutro na lavagem.
• Use sumo de limão para remover manchas de cimento da lataria.



Você tem um carro com kit gás?


Para você que tem um automóvel Movido a gás, deve tomar alguns cuidados simples como não encher o tanque de combustível quando não for utiliza-lo por um bom período de tempo, os motivos são vários: um deles é que se você encher o tanque do seu carro e não for usar a gasolina ou o alcool eles com o tempo perderão a qualidade e além disto você estará sobrecarregando o seu automóvel com mais peso desnecessário que estará portanto prejudicando a suspensão de seu veículo e os amortecedores, isto vale principalmente para a cidade ou estradas irregulares.



Vale a pena converter seu carro para GNV (gás natural)?


Antes de converter seu Carro para o Gás Natural, faça uma pequena conta para saber se vale a pena.

Calcule os custos que você tem com seu automóvel para a quilometragem que normalmente roda.

Após calcular quanto gasta com gasolina ou o combustível que utiliza, faça uma conta para quanto você gastaria se utilizasse o kit gás.

Veja a diferença em Reais que você estaria economizando e faça uma simples Análise em quanto tempo se pagaria os custos pela instalação deste kit com a economia proporcionada.

Não esqueça de levar em consideração algumas desvantagens do gás como: menor desempenho, menos autonomia, e espaço que se perde na mala pois o cilindro fica lá, sem falar em um peso a mais constantemente no porta-malas.

Portanto, em regra geral o kit gás é interessante para quem trabalha com o carro ou roda muito mesmo, mas para outros nem tanto.

Não deixe pouco combustível no tanque.


Quando você estiver usando seu veículo com freqüência, procure manter o tanque de combustível sempre em bom nível de preferência acima de ¼ com combustível. É possível que se você estiver rodando na reserva ou com o tanque em baixo nível aspire impurezas do tanque, o que certamente prejudica o bom funcionamento do motor.

Isso ocorre porque os sistemas de distribuição de combustíveis sempre podem apresentar impurezas e, portanto, ao abastecer o veículo é possível que algumas impurezas possam acabar no tanque dos veículos. Assim, se o tanque estiver com pouco combustível é mais provável que o sistema de alimentação de combustível acabe por aspirar essas impurezas.


Lubrificação do motor


Um dos sistemas mais importantes de todo motor é o de lubrificação. Por isso, o nível de óleo deve estar sempre entre as marcas “Mín.” e “Máx” da vareta de medição, garantia de que a bomba tem condições de captar no cárter o óleo necessário e de que o lubrificante não alcance as partes superiores dos cilindros e câmaras de combustão do motor, respectivamente, ambos os casos de efeito totalmente indesejável. Um, por danos ou quebra do motor; outro, por carbonização excessiva, que ocasiona batida de pino e perda de rendimento.

O proprietário precisa ficar atento às recomendações do fabricante quanto às especificações do óleo e às ocasiões de troca. É muito importante considerar o tipo de utilização do veículo, que influi diretamente nessas ocasiões. Se o carro for utilizado em distância curtas, menos de 10 quilômetros; permanecer em marcha-lenta grande parte do tempo; circular em ambiente extremamente empoeirado; trafegar constantemente no anda-e-pára das cidades; e for usado para rebocar cargas pesadas, o momento da troca deve ser abreviado em 50%, tanto em quilometragem quanto em tempo.

É de capital importância também o filtro de óleo, que se destina a reter impurezas as mais diversas, que de outra maneira permaneceriam em circulação no motor, ocasionando redução de sua vida útil ou mesmo danos. As instruções do fabricante também devem ser seguidas em relação ao filtro, geralmente substituição na primeira troca de óleo e depois a cada duas. O consumidor dispõe dos filtros de óleo da marca WIX, cuja qualidade é comprovada pela satisfação de milhares de proprietários.

Palhetas - limpador de pára-brisa


Manter bem conservadas as palhetas do limpador de pára-brisa é fundamental para sua segurança.

Ao instalar novo jogo de palhetas, limpe o vidro da seguinte maneira:

- Use solução de água com um pouco de álcool para limpeza do vidro. Aplique com um pano limpo. Esse procedimento ajudará na retirada das impurezas acumuladas no vidro;

- Para limpeza das borrachas (se necessário), use um pano umedecido com água limpa para retirar possíveis impurezas. Cuidado para não danificar os braços do limpador durante o processo;

- Use no reservatório de água do limpador solução de água com aditivo apropriado para limpeza. O aditivo ajuda na diminuição do atrito entre a borracha e o vidro, melhora a qualidade da limpeza e não corrói a borracha.

A Valeo não recomenda o uso dos seguintes produtos na limpeza do pára brisas (podem comprometer o desempenho e a durabilidade das palhetas):

- Detergentes;
- Sabões comuns;
- Querosene;

Troque as palhetas a cada 12 meses (uma vez por ano), ou caso estejam:

- ressecadas (deixam riscos ou faixas no vidro, quando acionado o limpador);
- há folgas no mecanismo (ocorre trepidação quando o limpador é utilizado);
- borracha deformada (uma \"névoa\" é formada no vidro);
- borracha rasgada ou ressecada (algumas áreas do vidro ficam sem limpeza).

Radiadores


Não é necessário fazer nenhuma manutenção periódica no radiador. Sua substituição deve ser realizada somente em caso de vazamento. Não se recomenda nenhuma lavagem externa, pois isto pode gerar danos na coméia, responsável pela troca térmica.

Bancos de couro


Para prolongar a vida útil do revestimento em couro dos bancos de seu carro, confira esses cuidados necessários:

Limpeza

1 – Poeira: retirar com pano macio e seco;

2 – Líquidos (café, leite, refrigerante, bebidas alcoólicas e água) e Produtos gordurosos (óleo, azeite, creme e chocolate):

- remover imediatamente com pano macio e absorvente, friccionando suavemente;
- limpar com pano levemente umedecido com água morna em solução de sabão neutro;
- deixar secar naturalmente.

3 – Recomendações:

Não utilizar objetos pontiagudos e/ou abrasivos, bem como solventes e produtos agressivos na limpeza, evitando assim danos irreversíveis ao material.

Não acione o alarme contra possíveis amigos.


O clichê “nenhum homem é uma ilha” deve ser lembrado sempre que você recusar um gesto de companheirismo por se considerar auto-suficiente.
Na troca, a vida ganha outros nuances. Agora, com seu carro, todo cuidado é pouco: não se esqueça de renovar o seguro, colocar alarme e tantos objetos de proteção quanto desejar (menos engates desnecessários).

FIQUE DE OLHO NO XIXI DO SEU CACHORRO


Cachorros pequenos, grandes, peludos... Não importa o tamanho, é bem provável que ele vai fazer xixi na sua roda! Mas o que rodas de carro e cachorros têm em comum? A explicação é de que os cães são atraídos pelos cheiros que sentem nos pneus, que rodam por vários lugares. Aí, não tem jeito, um xixizinho aqui, outro ali. E essa freqüência pode acabar com qualquer tipo de roda. Pode ser de ferro, de alumínio, ela vai estragar por causa deste ácido que é a urina e causa a oxidação.Os mecânicos estão cheios de histórias clássicas. Como a da deterioração do bico e de onde vão os parafusos acabando prendê-los. O problema pode ser tão sério que na hora de desenroscar as porcas, não tenha jeito senão acabar arrebentando a roda para tirá-la do veículo.
Mas, xixi de cachorro também faz outros estragos. Pode causar manchas e descascar a roda. Os fabricantes dizem que o problema já foi pior. Hoje as rodas de aço e de liga leve passam por um tratamento para ficar mais resistentes. E não pára por aí, as partes baixas do carro, que ainda não podem passar por tratamentos químicos, como porcas e parafusos podem ficar presos com o xixi e se a roda raspar na sarjeta e perder um pouco do verniz, vai ficar mais sujeita à corrosão.

Para quem tem cachorro e não quer sofrer com um problema futuro nas rodas, a sugestão é que o dono pegue um detergente neutro, lave constantemente a roda. E como \"quem tem cão às vezes caça com gato\" o negócio é encontrar uma saída original. Uma fórmica instalada nos quatro pneus do carro justamente para proteção.

Salve seu pára-choque


Até bem pouco tempo, sensores de distância eram recursos disponíveis apenas nos carros mais luxuosos, mas a tecnologia se popularizou e agora podem ser instalados por preços que partem de R$ 300. Como são compatíveis com qualquer veículo de passeio ou utilitário, ninguém mais precisa se preocupar com os pára-choques alheios (e com o seu próprio) toda vez que for manobrar.

Funciona assim: o equipamento é acionado quando a marcha à ré é engatada. Sensores instalados no pára-choque traseiro identificam a aproximação de obstáculos e sinalizam a distância do veículo em relação a barreira por meio de avisos sonoros. Sua instalação não é difícil e pode ser realizada em uma hora mesmo por quem não tem experiência. Autoesporte instalou e testou o sensor da DNI (R$ 300) antes de você tentar furar seu pára-choque.

Ao comprar o seu, verifique se o produto apresenta manual de instruções e especificações técnicas detalhando seu funcionamento. Alguns equipamentos importados não têm garantia, certificados de qualidade, não conseguem identificar obstáculos muito pequenos, vitrines ou não informam as distâncias com precisão.

Faça você mesmo


1º passo: Leia o manual de instalação do produto para checar a altura e distâncias recomendadas entre os sensores e o chão. Com a fita métrica e o marcador de texto, faça uma marca nos pontos de furação no pára-choque.

2º passo: Posicione a caixa de controle dentro do porta-malas. Algumas têm velcro para fixação no carpete. Prenda o sinalizador sonoro onde preferir. Certifique-se que os locais escolhidos permitem a passagem dos fios.

Passo 3
3º passo: Coloque a broca (inclusa no kit) numa furadeira e faça os furos nos pára-choques seguindo as marcações (passo 1). Antes de furar, verifique se o local escolhido não tem partes metálicas ou fios.

4º passo: Instale os sensores no pára-choque e leve os fios até a caixa de controle. Abra o farol traseiro e identifique o soquete da lâmpada de ré. Com a solda, prenda os cabos que alimentarão a caixa controladora.

5º passo: Com o estilete, corte o excesso de fios e proteja os contatos elétricos contra poeira, água e altas temperaturas. Para melhorar o acabamento, esconda os cabos entre a lataria e o carpete do veículo.

6º passo: Ligue o contato da ignição (que aciona a parte elétrica do veículo sem acionar o motor) e engate a ré. Peça para alguém se aproximar do carro vagarosamente para testar o funcionamento dos sensores.

O que você vai precisar:
- Fita métrica
- Marcador de texto
- Furadeira
- Solda
- Estilete


As opções
- Parking Sensor - R$ 340
- Spal Evolution - R$ 563
- JHG 1122 - R$ 605
- Dalgas Parkmaster (tem certificado ISO 9001) - R$ 1.200

Cuidado com a garantia
Nenhuma montadora mantém a garantia de fábrica se o equipamento for instalado fora da concessionária, já que altera a originalidade do veículo. Caso seu carro ainda estiver na garantia, entre em contato com a montadora para obter informações sobre o procedimento.

Aditivos...


Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos. Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.

Aditivos para combustível:
Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.

Aditivo para cambio e transmissão:
Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro.

Aditivos para radiadores:
Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.

Baterias...


As baterias mais antigas precisam ter seu nível verificado e completado semanalmente com água destilada, mas hoje em dia, com as baterias seladas, quase não há preocupação, pois elas não precisam de qualquer tipo de manutenção.

Alguns cuidados podem aumentar a vida útil de sua bateria:
- Evite deixar faróis ou outros equipamentos elétricos ligados enquanto o veículo não estiver em funcionamento.
- Dê partidas por no máximo 5 segundos, e se o carro não pegar aguarde 30 segundos para uma próxima tentativa.
- Se a bateria descarregar, procure um auto-elétrico e carregue-a utilizando um aparelho de carga lenta, pois se for de carga rápida pode-se danificar a bateria.

Quando for calibrar!!!


Tenha sempre o cuidado de rodar com a pressão correta, pois a calibragem incorreta é o principal fator que diminui a vida útil dos pneus. A calibração deve acontecer semanalmente, sempre com pneus frios Calibre os pneus sempre que for pegar estrada. Excepcionalmente nessas condições, é aconselhável utilizar duas libras acima da normalmente recomendada. Aproveite a calibragem para certificar-se de que as válvulas não apresentam vazamentos e que estão com suas respectivas tampas, evitando a penetração de umidade no interior do pneu. Utilizar pressão abaixo da recomendada aumenta a área de contato do pneu com o solo, provocando rapidamente o desgaste nas laterais da banda de rodagem. Isso diminui a durabilidade, piora o consumo de combustível, superaquece os pneus e pode gerar quebras e separações dos componentes de sua estrutura. A pressão acima da indicada altera o contato do pneu com o solo, acelerando o desgaste no centro da banda de rodagem. Além disso, o supertensionamento da carcaça o torna mais suscetível a cortes, prejudica o conforto ao rodar e diminui a aderência. Não descanse o pé no pedal da embreagem enquanto dirige. Este é um hábito muito comum entre os motoristas, mas que pode provocar a queima do disco da embreagem. Além disso, os rolamentos e o volante do motor podem ser danificados.

COMO ECONOMIZAR GASOLINA


Se cada vez que você vai encher o tanque seu bolso grita, aqui vão alguns conselhos simples que lhe ajudarão a economizar gasolina, independentemente do carro que você usa.
Inicialmente meça quanto seu carro consome, para isto encha o tanque de gasolina e ponha em zero o odômetro do carro (o contador de quilômetros que normalmente fica debaixo do indicador de velocidade). No momento de encher de novo o tanque, tome nota de quantos quilômetros percorreu e divida-o pela quantidade de litros que colocou em seu tanque. Por exemplo 500Km / 50 litros = 10 Km x litro.

Uma vez que você saiba o consumo de seu carro nas condições em que costuma dirigir, comece aplicando os conselhos abaixo. Você deve ver resultados já no próximo abastecimento e seu bolso vai agradecer!

Pneus

Calibre os pneumáticos de seu carro cada vez que encher o tanque. O ideal é ler no manual do carro para saber qual é a pressão ideal. Isto melhorará entre 2 e 3 % o consumo.

Carga desnecessária

Elimine o peso desnecessário do veículo. Quanto mais pesado, mais você terá que acelerar o carro para obter a velocidade desejada. Libere do porta-malas: ferramentas, malas, livros, brinquedos e tudo o que não seja necessário levar. Já são mais 1 ou 2% de melhora no rendimento de seu carro.

Limpeza

Mantenha seu carro limpo e encerado! Sim, numa viagem longa, peritos dizem que se pode economizar até 7%, já que se reduz a resistência do ar em contato com a superfície do carro e se aumenta a aerodinâmica.

Marcha Adequada

Utilize a marcha mais alta possível, quando estiver viajando a uma velocidade média e constante. Quando o veículo começa a mover-se, necessita maior força do motor e para isso você coloca a 1ra marcha, uma vez que o veículo alcance certa velocidade é recomendável ir trocando as marchas até a maior sem chegar a ocasionar vibrações ou forçar o motor. Deste modo você só precisará apertar levemente o acelerador e seu motor consumirá menos gasolina.

Trânsito lento

Em trânsito congestionado é recomendável desligar o motor, se for permanecer mais de 5 minutos parado. Isso diminuirá o consumo e o motor não trabalhará sem necessidade.

Ar- Condicionado

Em trechos curtos de cidade ou à baixa velocidade evite usar o ar condicionado. O uso deste dispositivo aumenta o consumo de gasolina em 10% aproximadamente. Em viagens longas, de estrada, não é recomendável manter as janelas abertas já que se criará uma resistência aerodinâmica e uma turbulência dentro do veículo que fará que se exija mais do motor aumentando o consumo.

Organize suas viagens

O motor de seu caro, quando está frio consome mais gasolina que quando quente, portanto fazer várias paradas enquanto o motor está frio aumenta o consumo. Organize os trajetos mais longos primeiro para que o motor esquente e chegue à temperatura de operação ideal, depois os trechos mais curtos. Isto lhe ajudará a economizar alguns litros por semana.

Estilo de Direção

Dirija com calma, especialmente se o trânsito estiver lento ou se estiver na cidade. De nada serve acelerar fortemente o motor se na próxima esquina terá que parar novamente. Aceleradas violentas aumentam o consumo e em distâncias curtas não economizará mais que alguns segundos.

Manutenção

Faça manutenção do seu carro de acordo com o Manual de Manutenção do Fabricante. Velas novas, filtros de ar e gasolina limpos, óleo em condições ideais, gasolina de octanagem adequada farão que melhore o desempenho do carro até 10%.

Do jeito que preço da gasolina anda, qualquer economia é bem-vinda !!

Correias e Filtros


Troca do filtro de ar:

Ele serve para evitar que partículas estranhas entrem nos cilindros junto com o ar. Em geral, os filtros são de papel tratado quimicamente. É como se eles fossem os responsáveis pela \"respiração\" do motor, por isso é necessário trocá-los a cada 10 000 km ou de acordo com o prazo estabelecido no manual do proprietário.


Troca do filtro de combustível:

Na alimentação por injeção utilizam-se filtros de combustível de papel, em geral colocados em linha ao longo da tubulação de passagem do combustível. No caso de motores a diesel empregam-se sempre um ou mais filtros alojados em recipientes que funcionam como decantadores. Trocar os filtros de combustível é necessário para manter o sistema de alimentação do motor limpo, evitando, por exemplo, o entupimento de bicos injetores e, conseqüentemente, falhas no funcionamento do carro. A troca deve ser realizada a cada 30 000 km ou de acordo com o manual do proprietário.


Correia dentada:

Deve ser verificada a cada 20 000 km se está bem esticada e se não apresenta rachaduras. A troca deve ser realizada a cada 50 000 km.

Vantagens Em Comprar Carros Usados


Desvalorização: carros novos costumam desvalorizar em até 30% (ou mais, se o modelo for mais caro) nos primeiros três anos, com desvalorização menor nos anos seguintes. Se você compra um seminovo, em geral, a maior parte da desvalorização já ocorreu. Ou seja, você vai perder menos dinheiro ou às vezes nem perde.

Manutenção/recalls: esta se aplica quase que exclusivamente a lançamentos. Quando um carro é lançado no mercado, há a possibilidade de que problemas de projeto possam gerar peças defeituosas durante o processo de fabricação. Em três anos, a grande maioria dos problemas dos modelos novos já foi detectada e, provavelmente, sanada.

Maior segurança na revenda: um carro seminovo significa que o modelo já tem algum tempo de mercado. Se foi um fracasso de vendas, por qualquer que seja a razão, o preço do seminovo será significativamente menor, ou seja, já estará precificado. A possibilidade de comprar um “mico” é menor.

Compra de carros usados é uma ótima alternativa para quem não quer gastar muito dinheiro comprando um carro novo ou até mesmo para quem não tem tanto dinheiro assim. Os carros usados são bons porque facilitam a vida do comprador, é uma maneira mais prática de se adquirir um carro, sem ter que gastar muito, nem com o carro e nem com documentação do veículo.

Outra vantagem são os inúmeros tipos de carro usados para vender. Não é preciso procurar muito para encontrar uma loja que venda automóveis usados. Na Calabria Veículos temos cerca de 60 veículos em estoque para você escolher o seu.

A dica que está mais ao alcance de todos, é optar pelos carros usados, cada vez mais as pessoas estão procurando carros usados, pois têm um valor acessível que dá para enquadrar no orçamento do consumidor.

O comprador na hora de efetuar a compra do carro usado deve estar atento para a documentação, quanto ao pagamento do IPVA e as condições de uso do carro também, procurar saber se não tem multas pendentes ou seguro atrasado. Se você comprar seu veículo em uma loja séria, que tenha credibilidade e anos no mercado, como é o caso da Calábria Veículos, poderá ficar tranqüilo e certamente satisfeito!
Cuidado quando usar a buzina


Levar uma fechada ou se irritar com aquela pessoa que vagarosamente utiliza as duas faixas da rua é motivo para soltarmos um belo “palavrão” e “sentar a mão” na buzina certo?

Mas na hora que fizer isto, cuidado. Esta atitude pode ocasionar uma multa. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) classifica que usar a buzina de forma exagerada e sem motivo é caso para infração.

O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações:

I - para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;
II - fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.

No artigo 227 estão as circunstâncias passíveis de multa:

I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;
II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III - entre as vinte e duas e as seis horas;
IV - em locais e horários proibidos pela sinalização;
V - em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN;

Eu sei que é difícil, mas cuidado!

Água, sabão e cuidado


Lavar o carro em casa é simples, mas este serviço exige atenção em algumas partes:

Se você trata seu carro como um filho, está na hora, então, de aprender a dar banho. Mas enquanto apenas água e sabão dão conta do exterior, a limpeza do interior é sempre alvo de muitas dúvidas, principalmente sobre a melhor forma de limpar o estofamento e o painel do automóvel.

Usar um aspirador para retirar a sujeira grossa e a poeira de tapetes e bancos é uma boa forma de começar a limpeza. Mesmo depois de aspirar, é possível que tenha alguma lama grudada nos tapetes. Se isso acontecer, o ideal é usar produtos específicos para limpeza de automóveis, que não ressecam a borracha. É importante, também, deixar secar essas partes antes de acabar o serviço.

Xô mofo!
No caso dos estofados, muita água pode atrapalhar, já que a espuma vai sugar esse excesso e dar trabalho para secar, podendo até deixar um cheiro ruim depois, fora a possibilidade de enferrujar a estrutura dos bancos. O certo é usar um pano úmido, com sabão neutro. Mas se a sujeira for pesada, como graxa ou gordura, vale passar um pouco (bem pouco) de benzina no pano para tirar o grosso e, depois, usar água e sabão.

Não se esqueça de limpar o carpete. Ele pode ser lavado como um carpete de casa, mas, como não deve ser pendurado para secar, limpe-o num dia de sol. Deixe o carro aberto, arejando, para que não mofe.

Silicone não deixa tudo em cima...
O famoso silicone no painel deve ser abolido. Esse produto garante um visual bonito logo, mas com o tempo vai ressecando e queimando o plástico, que fica com uma aparência esbranquiçada. O outro efeito colateral é uma “meleca”, grudada no painel do vidro.
Explica-se: o silicone evapora com o calor e libera os polímeros de silício da fórmula, que engorduram o pára-brisa, assim como o painel, que começa a reter poeira. Neste caso, limpar com pano úmido é a melhor solução.
Há também a opção de fazer uma mistura de bicarbonato de sódio e água morna, que não danificará as fibras e desengorduram o tecido antes da limpeza pesada.

Quanto aos detalhes de couro, fazer uma hidratação com produto específico garante a beleza.

Lavagem do motor
O motor também requer cuidados. O ideal é não lavar muitas vezes, uma vez ao ano está de bom tamanho. Antes de tudo, evite jogar água quando o motor ainda estiver quente. Na hora da lavagem não use produtos químicos e derivados de petróleo, pois esses agentes químicos podem corroer as peças de borracha do motor e também afetar o sistema elétrico. É importante nunca usar água sob pressão, pois pode comprometer sensores e componentes elétricos e eletrônicos.

Com essas dicas você vai manter seu carro sempre com bom aspecto e também em ordem, o que deixa um passeio muito mais prazeroso e agradável.


Nome sujo pode gerar recusa de seguro

Saiba mais sobre seguro acesso: www.cotandoseguro.com

Contratar seguro de automóvel não é tarefa das mais simples. Mesmo tendo respondido a uma série de perguntas no ato da proposta – o chamado perfil –, corre-se o risco de ter o seguro recusado sem saber ao certo o porquê.

Em abril, o microempresário Daniel Flosino Lopes fez proposta de seguro para o carro de seu filho à Itaú Seguros. “Entreguei o cheque para a primeira parcela do prêmio no ato da proposta e, como o carro passou pela vistoria, acreditei que ela tinha sido aprovada”, relata. Oito dias depois, Lopes recebeu carta na qual a seguradora informava que recusava o seguro, com base nas Circulares 47/80 e 145/00 da Susep. “Quando conversei com o corretor, ele me disse que algumas seguradoras estavam recusando propostas de pessoas que tivessem restrições no CPF.”

Esse era o caso do filho de Lopes, proprietário do carro, titular do seguro e emitente do cheque.

Para resolver o impasse, Lopes ofereceu pagar à vista o prêmio, “mas o corretor afirmou de que não adiantaria”, conta. Como se não bastasse, o cheque só foi devolvido no dia 5 de maio. “Qualquer pessoa pode, em algum momento, enfrentar problemas de crédito, o que não quer dizer que meu filho seja um devedor contumaz. Sempre cumpriu com suas obrigações”, protesta.

A Itaú Seguros, por meio de sua Assessoria de Imprensa, confirma que a recusa foi baseada nas circulares 47/80 e 145/00 da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e nenhuma lei ou norma da Susep obriga as seguradoras a divulgarem as razões da recusa, sendo essa é uma atitude de praxe.

A Circular 47/80, informa Edson Donega, do Departamento Técnico Atuarial da Susep, determina que as seguradoras têm o prazo de 15 dias para recusar uma proposta de seguro de automóvel – passado esse prazo, o seguro será considerado aceito. A superintendência, porém, não tem normas sobre quais motivos podem dar causa à recusa. “Cada seguradora estabelece os seus critérios para aceitação ou recusa de riscos”, informa. E a 145/00 estipula quais são os dados que as seguradoras devem informar a quem faz proposta de seguro.

O artigo 765 do Novo Código Civil (NCC), no entanto, diz que o contrato de seguro é da “mais estrita boa-fé”, conforme explica o advogado Sandro Raymundo. Por isso, dependendo do caso, restrição de crédito ou irregularidades no CPF podem ser motivos para recusa de proposta de seguro. “O pagamento do prêmio não é a única obrigação do segurado: o contrato de seguro baseia-se na confiança entre as partes e uma restrição no crédito pode, eventualmente, abalar a confiança da seguradora”, explica. Raymundo ressalta, porém, que é preciso avaliar cada caso individualmente.

O advogado especialista em Seguros Ernesto Tzirulnik acha difícil determinar a causa da recusa do seguro, uma vez que a seguradora não o informou, mas acredita que ela pode ser contestada, porque o artigo 758 do NCC diz que um dos documentos comprobatórios do contrato de seguro é o recibo do pagamento do prêmio. “A Susep regulamenta a cobrança do prêmio antes da aceitação do seguro e não modificou suas normas com o NCC, o que dá brecha para o comportamento da seguradora. Portanto, a prática da cobrança antecipada deveria ser extinta”, opina.

Apesar da regulamentação da Susep, Tzirulnik crê que o consumidor pode exigir a aceitação do seguro com base no recibo de pagamento do prêmio. “Essa é uma questão polêmica, que pode ser levada ao Judiciário e caberá ao juiz decidir sobre a aceitação ou não do seguro.”

Falta clareza na justificativa
Tzirulnik questiona a falta de clareza da carta da Itaú Seguros para Lopes, pois fornecer apenas os números das circulares é de pouco valor para o consumidor. “Ele não fica sabendo, efetivamente, por que a proposta de seguro foi recusada”, explica o advogado. “E mesmo que ele tenha acesso à circular, dificilmente vai entender em que caso foi enquadrado, porque são muitas as hipóteses, além de o texto ser de difícil compreensão.”

Portanto, o advogado diz que a Susep deveria obrigar as seguradoras a explicarem, de forma clara, em que se basearam para a não aceitação do seguro. “O fato de não haver norma sobre motivos para a recusa nem sobre a obrigação de explicá-los para o consumidor permite que as seguradoras recusem seguros pelas mais diversas razões e dá margem a discriminação”, afirma.



O que diz a Lei:
Artigo 758 - O contrato de seguro prova-se com a exibição da apólice ou do bilhete do seguro e, na falta deles, por documento comprobatório do pagamento do respectivo prêmio.Artigo 765 - O segurado e o segurador são obrigados a guardar na conclusão e na execução do contrato a mais estrita boa-fé e veracidade tanto a respeito do objeto como das circunstâncias e declarações a ele concernentes.
Fonte: Novo Código Civil

Sabe qual as vantagens de contratar a Porto Seguro Auto?


O cliente que faz o seguro do carro pode aproveitar a apólice no dia a dia, e não apenas no momento de um sinistro, como uma colisão ou furto, por exemplo. O Porto Seguro Auto (www.portoseguro.com.br/auto) oferece um pacote completo de serviços e benefícios que o segurado pode usufruir no cotidiano – para seu veículo, sua residência e também para si mesmo.
Essas vantagens fazem do seguro Auto da Porto Seguro um produto completo, aliando proteção ao veículo (por meio de assistências como guincho sem limite de quilometragem, carro extra por até 15 dias, em caso de sinistro, entre outras) e serviços que facilitam o cotidiano do cliente.
Entre os benefícios gratuitos do Porto Seguro Auto, destaque para a exclusiva assistência de profissionais que o segurado pode acionar para a realização de consertos de eletrodomésticos diversos, como refrigerador, máquina de lavar roupa e louça, tanquinho, forno de micro-ondas, entre outros. O cliente também conta com vantagens para estacionar, com desconto de 30% nos estacionamentos da Rede Estapar, em todo o País. E ainda pode solicitar serviços de manutenção e assistência para o seu computador, por meio do benefício de Help Desk em Informática (também gratuito).
Para o carro, a casa e o cliente
Para o automóvel segurado, os benefícios do Porto Seguro Auto são variados e incluem uma rede própria com mais de 100 Centros Automotivos, em todo o País. Nos Centros Automotivos Porto Seguro, os clientes têm acesso a serviços fundamentais para garantir a manutenção e as condições de uso de seus veículos. Os atendimentos são executados por profissionais qualificados e podem ser aproveitados gratuitamente ou com condições diferenciadas de pagamento (consulte em www.portoseguro.com.br/centroautomotivo).
Também para o veículo, o segurado obtém descontos em serviços como aplicação de Insulfilm, blindagem, lava-rápidos, despachantes, pequenos reparos de funilaria e pintura, entre outros.
Para cuidar da residência, clientes Porto Seguro Auto dispõem de atendimentos que vão de reparos hidráulicos e elétricos, chaveiro e telefonia, até serviços para cães e gatos (consultas veterinárias gratuitas e descontos em serviços como banho e tosa, por meio do “Benefício Pet”).
O cliente tem acesso a descontos em vários serviços ao contratar o seguro de Auto da Porto Seguro: na locação de veículos, em óticas, restaurantes, na compra de ingressos para atrações culturais (shows, teatro etc) patrocinadas pela Companhia, em academias (benefício exclusivo para mulheres), na compra de softwares, e em cursos de direção e companhias de táxi. Segurados que também são clientes do Cartão de Crédito Porto Seguro contam ainda com desconto na contratação e renovação da apólice, além de uma ampla variedade de serviços, disponíveis pela Central de Conveniência.
Segundo Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro, “a iniciativa de oferecer seguros com benefícios que o segurado pode aproveitar no dia a dia faz parte do conceito de ‘Proteção Total’, do qual a Companhia foi pioneira. Além disso, ao utilizar os benefícios de sua apólice, o cliente agrega segurança, praticidade e economia para o seu cotidiano”.[2]
Para saber mais
Informações completas sobre os serviços, benefícios e outras vantagens do Porto Seguro Auto estão disponíveis no site www.portoseguro.com.br/auto, no menu Benefícios. 

Dicas para contratar seu seguro

Era uma vez uma mulher que comprou um carro e, só na hora de fazer o seguro, percebeu que tinha entrado numa enrascada. Nenhuma empresa queria segurar o veículo. O motivo? O automóvel praticamente pedia para ser roubado: era importado e havia saído de linha. Um chamariz duplo para os ladrões, por causa do comércio de peças ilegais – as mais caras e raras são mais procuradas.

A história exemplifica um dos erros mais comuns de quem faz seguro de carro: optar por um automóvel sem levar em conta se ele é aceito pelas seguradoras ou sem parar para analisar o preço do seguro do modelo escolhido. Veja esta simulação, por exemplo: uma mulher de 24 anos, moradora do bairro Santo Amaro, em São Paulo, quer comprar um carro popular zero quilômetro (os preços de seguro variam conforme o perfil do proprietário do veículo). Se ela optar por Uno Mille, pagará em torno de R$ 24.700 pelo carro e R$ 2.170 de seguro. Caso se decida por um Celta, irá desembolsar R$ 26.900 pelo veículo, mas gastará menos com o seguro, R$ 1.535. Por ser mais roubado, o Uno Mille tem taxa mais cara.Essas são apenas algumas das dicas para se dar bem nesse negócio. Há ainda pelo menos outras dez.

VISITE VÁRIAS SEGURADORAS

Converse com pelo menos três corretores. Eles podem cobrar preços diferentes pelo trabalho. Se souberem que você está conversando com vários profissionais, vão querer cobrar menos de comissão para fechar o negócio.

ESCOLHA UMA SEGURADORA CONHECIDA

Existem hoje 51 seguradoras no Brasil. Escolher as mais conhecidas garante rapidez no pagamento das indenizações. A diferença de preços entre elas não costuma ser tão alta. Se alguma lhe oferecer um valor muito abaixo da concorrência, desconfie.

PREÇOS DIFERENTES

É importante que o corretor cote o seguro em várias seguradoras. Elas se baseiam apenas nas estatísticas de ocorrências vividas por seus segurados para definir preços. Por isso, o valor pode variar de uma para outra. Pesquisamos o preço do seguro do Novo Ford Ka zero quilômetro em quatro empresas. O mais barato: R$ 1.882. O mais caro: R$ 2.278.

INDENIZAÇÃO

Normalmente as companhias indenizam o veículo pelo valor de mercado, segundo tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Para os corretores, essa é a melhor escolha. Optar por uma restituição maior ou menor vai interferir no custo (para baixo ou para cima).

PAGAMENTOS EM CASO DE ACIDENTE

Não compensa economizar optando apenas pela cobertura contra furto e roubo. A indenização contra terceiros representa só 30% do valor total do seguro e graças a ela, se houver uma colisão e a culpa for sua, você estará coberta para arcar com os prejuízos materiais e corporais causados a outras pessoas. Por lei, essa responsabilidade é sua. Especialistas aconselham cobertura de R$ 50 mil para danos materiais e R$ 100 mil
para corporais

COLOCO RASTREADOR?

Muitas seguradoras oferecem instalação gratuita desse equipamento – com ele fica mais fácil recuperar o carro roubado. Em troca dão, em média, um desconto de 30% no valor do seguro. A desvantagem é que, se o bandido bater o seu carro, você vai ter de reformá-lo e arcar com a franquia. Já se o veículo não for encontrado, a seguradora pagará o valor total do automóvel pelo preço de mercado.

MULHER PAGA MENOS

A diferença pode chegar a até 30%! Estatísticas comprovam que, quando garotas estão ao volante, o número de acidentes é menor. Mas o preço do seguro depende de vários outros fatores: idade do proprietário, local de moradia, modelo do carro, se o veículo é guardado na garagem ou não...

NUNCA MINTA SOBRE O SEU PERFIL

Se você disser à seguradora que seu carro dorme na garagem, mas, na verdade, ele dorme na rua, isso pode baratear o seguro. Mas o risco é tremendo. Se o veículo for roubado ou danificado, a empresa vai investigar suas informações e, se flagrar a mentira, você corre o risco de não ser ressarcida. Outro erro comum é esquecer de avisar sobre mudanças no seu perfil. Mudou de endereço? Comunique seu corretor.

SERVIÇOS OPCIONAIS

Não deixe o corretor empurrar a você benefícios que não vai usar nunca. Exemplo: contratar quinze dias de carro reserva em caso de acidente ou roubo. Pense bem se precisa de mimos assim, porque pagará um valor adicional por eles.

10 dicas para comprar um carro usado

Saiba como identificar um veículo em boas condições de uso e quais são os automóveis que ninguém quer para negociar o maior desconto.

São Paulo - Por mais que alguém tome todos os cuidados, comprar um carro usado sempre envolve riscos. Às vezes é impossível prever que um veículo vai quebrar em breve ou não atenderá suas expectativas no longo prazo. Outra armadilha constante é o crédito. Com a maior flexibilidade dos bancos, muitos compradores se endividam demais, não conseguem pagar as prestações mensais e acabam com o carro retomado pelo banco. Para ajudá-lo a fazer a compra certa e reduzir o risco de surpresas desagradáveis, o Portal EXAME conversou com mais de 20 especialistas. Veja abaixo o que eles têm a ensinar:

1 - Teste um carro antes de comprá-lo. Fazer o test drive é melhor do que nada, mas em geral não é suficiente para uma compra segura. Ao rodar por um ou dois quilômetros, provavelmente o interessado em um veículo só terá tempo de notar seus pontos positivos. No banco do passageiro, o vendedor se encarregará de ressaltar as qualidades e esconder os defeitos do automóvel escolhido. Para fazer um teste mais acurado, o ideal é alugar um carro do mesmo modelo.

Ao contrário do que você está acostumado a fazer, peça ao funcionário o veículo mais velho disponível na locadora. Será esse automóvel que lhe mostrará os efeitos do tempo e do uso sobre determinado modelo. Caso seu interesse seja por um carro usado, saiba que algumas lojas permitem a realização de um test drive prolongado com o próprio veículo. A rede de concessionárias Itavema, por exemplo, permite que o interessado teste o carro que quer comprar durante três dias antes de fechar o negócio.

Já a locadora de veículos Avis oferece ao comprador a oportunidade de alugar um automóvel por dois dias. Caso feche a compra, o cliente não precisará pagar pela locação. Já se desistir, o consumidor arcará só com o custo das duas diárias. Se tiver a oportunidade de realizar um teste de longa duração, leve o carro para um mecânico de confiança que possa avaliar seu estado de conservação. Circule por locais onde está acostumado a dirigir. Verifique se o carro cabe na vaga do prédio ou se não raspa na entrada do estacionamento. Certifique-se que o modelo agrada também a outros membros da família.

2 - Saiba quais são os carros que ninguém quer. Alguns tipos de veículo são muito difíceis de vender e só devem ser comprados mediante um belo desconto. Os brasileiros preferem automóveis nas cores prata e preto. Carros com cores extravagantes são bastante utilizados por montadoras que lançam um modelo novo, mas costumam encalhar nas lojas. Já veículos brancos ou amarelos sempre despertam a suspeita de que tenham sido usados como táxi no passado.

Outra regra que dita o comportamento do mercado é que quanto mais caro é um carro, mais rápida é sua depreciação. A mesma regra vale para os importados. Veículos fabricados no exterior que vendem pouco no Brasil muitas vezes não possuem uma rede de assistência técnica adequada nem mercado secundário no país. Também existe muito preconceito com carros oriundos de leilão, de locadora ou com um histórico de acidentes graves. Então exija desconto.

Já carros que saíram de linha perdem valor porque a manutenção e a substituição de peças tendem a se tornar cada vez mais difíceis. Como a primeira impressão é a que fica, veículos com defeitos e riscos na pintura acabam sendo mais difíceis de vender. Alterações estruturais como as de carros rebaixados ou turbinados também não são bem-vistas no mercado. Praticamente ninguém vai pagar pelos acessórios instalados no veículo, como som, DVD ou kit GNV.

3 - Informe-se em sites e revistas especializadas sobre os veículos mais desejados. Nas redes sociais, há dezenas de comunidades que discutem a qualidade de cada veículo. Notícias e rankings publicados na mídia também ajudam muito. A revista Quatro Rodas, da Editora Abril, que também edita EXAME, divulga a cada ano o ranking dos melhores carros para comprar em 17 categorias (clique aqui e veja o ranking de 2009).

4 - Se possível, compre o carro de um amigo. Quanto mais próximo for o dono do veículo, menor o risco. Se ocorrerem eventuais problemas com o automóvel, você saberá a quem apresentar a reclamação. A dificuldade é encontrar o modelo desejado em bom estado apenas dentro do universo de conhecidos. A segunda opção mais segura são os carros de concessionárias. Além de serem lojas grandes e com uma reputação a zelar, boa parte dessas empresas ainda carrega junto o nome da montadora.

Logo, o fabricante do veículo vai exigir da concessionária qualidade nos serviços prestados aos clientes. O que afugenta os consumidores das concessionárias é que os preços cobrados costumam ser um pouco mais elevados que nas demais formas de compra. Na escala de maior risco, em seguida aparecem os carros de lojas sem bandeira ou de locadoras.

Ambas oferecem garantia de 90 dias para motor e câmbio. No entanto, a qualidade dos carros ofertados nessas lojas nem sempre será tão boa quanto nas concessionárias. As lojas sem bandeira são as principais compradoras de carros com alta quilometragem ou bem desgastados. Já as locadoras trabalham com muitos carros multiusuário. São, portanto, veículos em que o motorista muitas vezes não toma o devido cuidado para a conservação. Além disso, há veículos que são utilizados em condições mais severas.

A pessoa aluga o carro justamente para não submeter o próprio automóvel ao desgaste de carregar carga pesada ou rodar em estrada de terra, por exemplo. Com risco maior que o carro de locadoras, estão os veículos comprados de desconhecidos. Negócios fechados entre pessoas físicas não estão sujeitos às regras do Código de Defesa do Consumidor nem tem garantia obrigatória de câmbio e motor. Também é necessário verificar você mesmo se o carro é roubado ou foi danificado por colisão ou enchente.

Ao comprar um carro em lojas, essa triagem já terá sido feita pelo próprio estabelecimento comercial. Entre os desconhecidos, o mais arriscado é comprar um carro em outra cidade que você encontrou na internet. Muitas vezes o vendedor exige um pagamento antecipado do comprador mesmo que ele ainda não tenha tido a oportunidade de verificar se o veículo se encontra nas condições prometidas. Algumas vezes o anúncio é uma fraude: só se descobre que o carro e o vendedor não existem quando já é tarde.

Então a dica é tomar cuidados redobrados. Peça para algum conhecido que mora na cidade do vendedor fazer uma vistoria no veículo antes de realizar qualquer pagamento antecipado. Por último, a forma mais arriscada de comprar um veículo é por meio de leilão. O comprador não poderá ligar o veículo nem rodar por alguns quilômetros.

A abertura do capô é o máximo que se permite aos interessados. Muitos dos veículos que vão para leilão foram vendidos por seguradoras após sinistros graves. Não é à toa que os compradores muitas vezes apresentam lances com 30% de desconto e conseguem arrematar o veículo desejado.

5 - Pesquise preços em outras cidades. Muita gente não sabe, mas pode valer a pena viajar para comprar um carro em outra cidade. O principal diferencial é o preço. Segundo a tabela da Molicar, utilizada como referência de preços de veículos nas concessionárias, comprar o mesmo carro 0 km em São Paulo custa em média 5,2% menos do que no Pará, por exemplo.

Também há diferenças nos preços dos carros usados. Os mais caros estão no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde os valores cobrados são em média 3,7% superiores aos pagos pelos paulistas. Já os preços no Centro-Oeste são 2% mais baixos que em São Paulo. Em geral, o carro paulista é muito bem-aceito em todos os estados do país porque as estradas são boas e a manutenção tem melhor qualidade. Já carros usados do Nordeste e do Norte sofrem com estradas ruins e salinidade.

Os usados da região Sul são os mais valorizados porque a população possui uma cultura de conservação do veículo. Para comprar um carro em outra cidade por um preço interessante, no entanto, são necessários vários cuidados. Encontre um veículo pela internet e negocie preços com o vendedor, mas nunca faça um depósito em sua conta antes de confirmar que o automóvel realmente existe e está em boas condições. Se possível, peça para algum amigo que vive na cidade do vendedor para vistoriar o automóvel. E só pague pelo carro no momento da transferência do documento.

6 - Tome o crédito certo. Nos últimos anos, os bancos se tornaram muito mais flexíveis na concessão de empréstimos para a compra de veículos. Não é por esse motivo que o consumidor deve se endividar até o pescoço. Os prazos para o pagamento de empréstimos chegam a até 80 meses. No entanto, especialistas recomendam que nenhum bem seja pago durante um prazo maior que o de sua utilização média. O consumidor também deve sempre insistir que a loja lhe forneça o custo total de um empréstimo.

Muitas vezes os juros que parecem baixos se tornam bastante salgados quando são incluídos outros encargos, como taxas de cadastro, seguro, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), serviço de despachante e registro no Detran. O custo total do empréstimo serve tanto para o comprador do veículo analisar se a prestação realmente caberá no seu bolso quanto para ele comparar a taxa cobrada por uma instituição com a oferecida pelas demais.

Por último, o custo total é importante para mostrar as promessas que muitas montadoras e concessionárias fazem de vender veículos com juro zero nem sempre são verdadeiras. Especialistas também recomendam que os compradores economizem para dar a maior entrada possível no financiamento. Dessa forma, o gasto com juros será menor e ainda será possível ganhar algum dinheiro com a aplicação das economias no banco.

Ao analisar se uma prestação cabe em seu bolso, lembre-se que um carro também tem gastos de manutenção, combustível, IPVA, licenciamento e seguro, entre outros. Rodar com um veículo custa por mês cerca de 3% de seu valor de mercado. Portanto, não é recomendável se endividar sem levar em conta a existência desses gastos.

7 - Descubra se o carro não é roubado. As concessionárias já realizam essa checagem e garantem a procedência dos veículos vendidos aos clientes. Ao comprar um veículo de pessoa física, no entanto, é necessário fazer uma vistoria. Cheque os número do chassi, dos vidros e da placa. Veja se são os mesmos que estão no documento.

Verifique no site do Detran se a placa do carro é verdadeira e se não há pendências - como multas - a serem pagas. Analise também se o documento do veículo não é adulterado. Os verdadeiros possuem um alto-relevo em toda a sua volta. É importantíssimo que a vistoria seja feita com o documento original - e não por cópias enviadas por fax.

Se alguém comprar um carro e, numa blitz policial, descobrir que ele foi furtado no passado, vai perder todo o dinheiro que desembolsou. Na dúvida, o mais recomendado é contratar empresas especializadas em vistorias de veículos, que podem realizar esse serviço por menos de 100 reais.

8 - Cheque se o veículo não foi danificado em uma colisão grave. Acidentes costumam causar avarias capazes de desvalorizar - e muito - o preço justo de um veículo. Mas também costumam deixar cicatrizes que alertam o comprador de que ele poderá ter problemas futuros. Para identificar a ocorrência de acidentes, faça uma vistoria na pintura com o carro seco e limpo.

Ao observá-lo em algum lugar bem claro, de preferência durante do dia, será possível enxergar pequenas diferenças na pintura que denunciam acidentes no passado. Verifique se há simetria entre as portas, os parachoques e o teto. Ondulações, pequenos amassados na lataria ou diferenças nas quinas do capô são outras indicações de colisão.

Dê "pancadinhas" com os dedos na lataria para verificar se o barulho é diferente em algum ponto - o que indicaria a colocação de massa plástica. O ideal é verificar se a própria estrutura do carro não foi avariada. Uma colisão severa costuma exigir reparos no monobloco. Nos casos mais graves, o Detran determina que seja grafada a palavra "sinistrado" no documento - o que nem sempre acontece. Se mesmo após a inspeção você tiver dúvidas sobre o passado do veículo, o ideal é contratar uma empresa especializada.

No site www.checkauto.com.br , é possível saber se um carro foi furtado, se sofreu danos em algum acidente grave, se a contagem da quilometragem foi adulterada, se está alienado ao banco, se foi comprado de locadora ou se foi adquirido em leilão, entre outras informações. O serviço custa 25 reais por carro, mas costuma compensar.

9 - Identifique carros danificados por enchente. O jeito mais fácil de detectar se um carro ficou alagado na enxurrada é pelo cheiro. Sachês que perfumam o interior do veículo costumam ser usados para disfarçar o odor. Mesmo após uma higienização, ainda é possível achar barro e impurezas depositadas em lugares pouco expostos. Verifique também o estado do estofamento dos bancos e do carpete. Se o tecido estiver estragado, desconfie. O carro pode ter sido vítima de enchente ou está com problemas de vedação.

10 - Analise o estado de conservação geral do veículo. Mesmo que não tenha passado por uma acidente grave ou por uma enchente, muitas vezes um veículo não está em bom estado por descuido do dono. A primeira coisa que deve ser observada é o manual do automóvel. Lá está registrado se o proprietário realizou todas as revisões indicadas pela montadora.

Pode parecer um detalhe, mas isso é um sinal de quão cuidadoso o dono foi com o veículo. Procure também pontos de ferrugem em cantinhos e debaixo das guarnições ou do assoalho. Pode ser um sinal de problemas na vedação. Verifique se o carro tem extintor, macaco, triângulo, chave de rodas e estepe em condições de uso. Veja se há vazamento de óleo embaixo do carro, se há queima excessiva de óleo no motor ou se há presença de manchas escuras no escapamento.

Verifique se o motor não é turbinado. A legislação brasileira não permite a adulteração de suspensão ou do motor. Se o carro demora para ligar, há folgas no motor. Para testar a suspensão, dê uma volta em terrenos de terra ou razoavelmente irregulares. Ruídos e estalos vão denunciar eventuais problemas. Outra forma de verificar o estado da suspensão é balançar o carro para baixo segurando pelo parachoque. Se, ao largá-lo, o veículo balançar duas ou mais vezes, o amortecedor está em más condições.

Confira o estado dos pneus. Desgastes irregulares podem indicar problemas com a suspensão ou a falta de alinhamento das rodas. Já pneus carecas ou com mais de 60.000 quilômetros rodados precisarão ser substituídos porque trazem risco à segurança. Para verificar o estado dos freios, ouça se há ruídos metálicos no momento da utilização. Esse será um indício de que as pastilhas estão gastas. Para os compradores que não se sentem seguros com os resultados da própria vistoria, é recomendável levar o carro a um mecânico de confiança ou à oficina de uma empresa especializada.

Fonte: Revista Exame

Dicas para comprar caminhão usado

O caminhão é um veículo especial que requer atenção antes de decidir pela sua compra. Por ser um bem de alto valor agregado, é preciso realizar uma avaliação criteriosa de seu estado mecânico, equipamentos e itens de segurança, pois o veículo deve estar sempre disponível para o transporte de cargas de forma eficiente e segura. Do contrário, uma falha pode acarretar em prejuízos com carga parada, sujeita assaltos, e ainda a acidentes graves pelas estradas.


Para garantir uma aquisição segura, o portal WebPesados divulga 10 dicas essenciais antes de comprar seu utilitário de grande porte usado, seja para transporte de materiais secos, líquidos, mais pesados ou mesmo inflamáveis;

1. O caminhão deve ser comprado em lojas especializadas ou concessionárias de referências e que já tenham tradição no mercado;

2. Verifique se o revendedor oferece garantia por escrito e se dispõe de estrutura (oficina própria) para executar reparos;

3. Cuidado com revendedores que pertencem a transportadoras, pois essas empresas podem até comercializar caminhões mas elas não são obrigadas a revisar os veículos ou oferecer garantia;

4. Verifique a procedência do caminhão e que tipo de serviço ele fazia antes de ser colocado à venda. Lembre-se veículos que trabalham com materiais leves têm menor desgaste. Caminhões que pareçam excessivamente desgastados principalmente na parte de suspensão podem indicar uso severo;

5. Jamais deixe de verificar as condições dos pneus, lataria, chassi, motor e a parte interna do caminhão. Uma cabine com a tapeçaria e condições internas deterioradas dá sinal de falta de cuidado do motorista, uso em condições severas e manutenção defasada;

6. Verifique também o estado da suspensão. Desgaste excessivo nas molas e junções podem indicar falta de manutenção adequada. Desconfie de peças lavadas ou que pareçam recém lubrificadas;

7. Os itens mecânicos devem ser observados como em qualquer veículo. Estado do motor e das válvulas, freio, embreagem e caixa de câmbio e outros itens;

8. Dê preferência aos caminhões com pintura original, tanto de cabine como do chassi. Verifique se o caminhão possui as plaquetas de identificação do chassi, do motor, da cabine e os selos d’água com o número do chassi;

9. Verifique se a documentação está de acordo. Se o caminhão é de São Paulo, fique atento se o veículo traz o selo de aprovação da Inspeção Veicular Ambiental. Lembre-se que com documentação em dia o veículo já poderá começar a trabalhar até no mesmo dia;

10. O comprador deve pesquisar muito antes de comprar, comparando modelos semelhantes em motorização e carroceria. Hoje além dos estabelecimentos comerciais, tem também a Internet com sites especializados, como o WebPesados. O mercado de caminhões usados oferece uma grande gama de veículos seminovos prontos e já equipados com todos os tipos de implementos e equipamentos;

Para outras dicas e informações sobre veículos pesados, acesse o site: www.webpesados.com.br. Líder de audiência em seu segmento, o WebPesados é o único a reunir sete categorias complementares, como máquinas agrícolas; máquinas de construção; caminhões; ônibus; utilitários; implementos e peças/acessórios, com o objetivo de agrupar o mercado de pesados em um só lugar.

* com a colaboração de Carlos Alberto Teixeira, proprietário da empresa Quarta Parada Caminhões e cliente do portal WebPesados.