sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Aproveitadores baratos

Atualmente é muito facil ver bancos, lojas de departamentos, sites de departamentos e outros aproveitadores vendendo seguros por ai de qualquer forma e manchando a categoria de corretores de seguros. É uma vergonha que isso aconteça pois não é nem justo conosco , ao longo dos anos lutamos para construir uma historia e mostrar para uma nação a importancia e como os corretores de seguros são e sempre serão a melhor opção para contratação de seguros. Dai me vem um monte de empresarios aproveitadores, donos de lojas, sites entre outros nos roubar uma fatia importante de nosso mercado apenas por interesse comercial e jamais pensando em defender o patrimonio de nossos clientes, "QUE VERGONHA". Ler noticias de que tal orgão vai fazer isso ou aquilo , ah vai punir assim ou assado, pura babela, quem viu alguma coisa acontecer no ultimo ano? Cabe a SUSEP em fiscalizar e interagir imediantamente contra estes, além de que as seguradoras também devem não aceitar este tipo de implantação e não apenas pensar no montante de dinheiro que lhe sera oferecido. Para um pais que pensa em ser uma grande potencia temos que parar de colocar o dinheiro na frente de tudo e sim colocar a honra e honestidade.




ORDEM E PROGRESSO.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Dono de restaurante terá que arcar com prejuizos

O proprietário do restaurante Filé Carioca, onde ocorreu uma explosão que matou três pessoas e deixou 17 feridas na manhã desta quinta-feira no centro do Rio de Janeiro, terá que arcar com indenizações que podem envolver dois componentes: dano moral e prejuízos efetivos. A informação é do chefe de gabinete da Superintendência de Seguros Privados (Susep), vinculada ao Ministério da Fazenda, Gustavo Caldas.
Ele explicou que, em relação ao dano moral, a cobertura é restrita, porque o valor do seguro depende muitas vezes da situação psicológica. Na parte dos prejuízos efetivos, os juízes consideram se a pessoa é chefe de família e se tem filhos menores de idade. No caso, é feita uma projeção que leva em conta a renda do morto e o valor que seria necessário para continuar dando sustento à mulher, até que ela completasse idade para se aposentar, e aos filhos menores até completarem 24 anos. "O seguro tenta repor a situação anterior, sem o evento ocorrido", disse Caldas.

No caso de feridos, o chefe de gabinete disse que a indenização é maior se houver sequelas. Se for necessária hospitalização, o causador do acidente terá que pagar o correspondente à perda da receita da pessoa ferida durante o período em que for impedida de trabalhar. O mesmo ocorre em relação a intervenções cirúrgicas e gastos com remédios, caso sejam necessários.
O advogado do proprietário do Filé Carioca, Bruno Castro, disse à Agência Brasil que ainda não conversou com seu cliente, que está sedado em um hospital. "Não estou forçando uma barra, no sentido de conversar agora com ele, porque está abalado pela tragédia", disse.
Castro reconheceu que a dor dos familiares dos mortos e feridos é bem maior que a de Rogério Amaral, dono do restaurante. Castro colocou-se, porém, ao dispor da imprensa para fornecer posteriormente todas as informações cabíveis, inclusive as referentes à questão do seguro, tão logo seu cliente se recupere.
Segundo informou a Companhia Estadual de Gás do Rio de Janeiro (CEG-RJ), o proprietário do restaurante solicitou o desligamento do serviço de gás encanado à distribuidora em 1961. Segundo o Corpo de Bombeiros, um vazamento de gás pode ter sido a causa da explosão no restaurante, onde seriam utilizados botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP).
O chefe de gabinete da Susep informou que um seguro básico, que envolve a cobertura de incêndio, explosão e queda de raio, tem custo médio para bares e lanchonetes de pequeno porte em torno de R$ 500 por ano. Incluindo cobertura de responsabilidade civil, o custo se eleva para até R$ 1 mil anuais. "Um bom seguro para uma loja pequena custa menos de R$ 1 mil por ano. Não chega a R$ 100 por mês. Ele teria o seguro de incêndio e explosão, que cobriria os danos dele, podendo reconstruir o restaurante, e ainda cobriria os danos de terceiros, ou seja, das pessoas e outras propriedades."
O seguro básico cobre os prejuízos do próprio segurado, como conteúdo da loja, acabamentos, estoques. O prédio em si pode estar amparado pelo seguro do próprio condomínio, o chamado seguro empresarial, o que inclui a estrutura do edifício: paredes, vigas, pilastras. "Agora, os danos que ele causou a outros, às pessoas que estavam passando na rua, nos andares superiores do prédio, aí já não é o seguro da explosão. É o seguro de responsabilidade civil, direcionado a terceiros."
Gustavo Caldas reiterou que o seguro de responsabilidade civil reembolsaria qualquer despesa que o dono do restaurante tivesse. "Se ele não tiver o seguro de responsabilidade civil, aí ele vai morrer no prejuízo". Fonte site terra.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cotando Seguro.com e Comprecar iniciam parceria.

Nesta segunda feira 10/10 a Cotando Seguro.com e Comprecar , o maior site de anuncios para veiculos do interior paulista, iniciaram parceria. O volume de negocios para a Corretora de Seguros deve aumentar em 30% e para a Comprecar o ganho será prestar mais um serviço aos seus clientes.




Cotando Seguro.com




Desafiamos preço menor.